Confesso!
Uma das coisas que mais me irrita é ouvir que a História é chata!
Como assim? Eu obviamente não acho! Muito pelo contrário, sabe aquela sensação de arrepio dos pelos? De borboletas no estomago? Então, eu sentia isso durante as aulas de História no ensino médio. Principalmente nas aulas dos professores mais talentosos (louca? talvez.).
Como assim? Eu obviamente não acho! Muito pelo contrário, sabe aquela sensação de arrepio dos pelos? De borboletas no estomago? Então, eu sentia isso durante as aulas de História no ensino médio. Principalmente nas aulas dos professores mais talentosos (louca? talvez.).
Lógico que nem todas as pessoas são assim. Mas acredito que ,de uma forma ou de outra, quase todo mundo gosta de história. È verdade que a linguagem de historiador ás vezes é uma tanto quanto rebuscada demais e cheia de jargões para o leitor comum. A do médico também é. Mas o paciente não fica lendo os livros científicos de medicina por aí.
Daí eu vejo os jornalistas ganharem muito dinheiro com livros... de História. Lembro quando era adolescente e chorei horrores lendo Olga, de Fernando Morais, que, todo mundo sabe, virou filme de grande sucesso posteriormente (e que os alunos adoram assistir por sinal). Também me recordo de várias minisséries de sucesso da rede globo mesmo; O quinto dos infernos, A muralha, A casa das sete mulheres (chorei horrores também), mais recentemente Dalva e Herivelto. Grande audiência. E olha que passavam quase de madrugada. O último exemplo é o livro 1808, do jornalista Laurentino Gomes (http://www.laurentinogomes.com.br/) . Só pelo subtítulo já dá vontade de ler:
“Como uma rainha louca, um príncipe medroso e uma corte corrupta enganaram Napoleão e mudaram a História de Portugal e do Brasil”.
“Como uma rainha louca, um príncipe medroso e uma corte corrupta enganaram Napoleão e mudaram a História de Portugal e do Brasil”.
É bem verdade que os historiadores torcem um pouco o nariz para as pesquisas históricas dos jornalistas. Mas eu não tenho prconceito. Será minha próxima leitura.
Até mais!